quinta-feira, 15 de maio de 2014

SERIA JOGO DE GUERRA URBANA? Presos se divertem em Pedrinhas jogando vídeo game durante entrevista

O programa Profissão Repórter exibido pela Rede Globo de Televisão desta terça-feira (13) mostrou como vivem os detentos do conjunto de presídios considerado o mais violento do país: o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
O experiente repórter Caco Barcelos conversou com os presos das duas facções criminosas que dividem o complexo: Primeiro Comando do Maranhão (PCM), integrada por presos do interior do estado, e Bonde dos 40, formada pelos da capital São Luís. Nos grupos impera a lei do silêncio e nenhum deles quis falar das chacinas e das mortes bárbaras, com decapitações que marcaram o local.
O programa não surpreendeu ao público, que esperava evidenciar falhas a mais do que já tem conhecimento. Porém, quem observou bem pode ver alguns absurdos.
Logo que o repórter entra é pedido a ele, pela própria segurança, que não se aproxime das celas por que os detentos podem estar ar
mados. Isso revela a falta de controle de entrada de armas e objetos cortantes dentro do presídio.
Outra imagem que chamou atenção foi a quantidade de cartazes, banners e folhetos colados em todas as paredes de uma das celas, onde os próprios agentes e diretores admitem ser esconderijos para armas e túneis.
Mas o melhor estava por vir. Durante a conversa com o repórter, os presos de um dos pavilhões onde já aconteceram várias rebeliões estavam super à vontade, com um sorriso no rosto e enquanto descoloriam os pêlos, os jovens, com idade entre 18 e 21 anos no máximo, jogavam vídeo game.
Seria importante que a Comissão de Direitos Humanos estivesse presente durante a reportagem para observar como os presos do Maranhão estão sendo tratados e tudo a que têm direito em seus cárceres.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será analisado e logo será postado. Obrigado!