segunda-feira, 21 de julho de 2014

Marcos Silva e Haroldo ameaçam "poderosos" e podem surpreender na eleição para o Senado


            Faltando pouco mais de dois meses para as eleições, os esquerdistas Marcos Silva (PSTU) e Haroldo Sabóia (PSOL) despertam o interesse do eleitorado de oposição e ameaçam as candidaturas de Roberto Racha (PSB) e Gastão Vieira (PMDB) para o Senado Federal.
          De acordo com os números divulgados ontem pela Exata/TV Guará, mesmo sem a estrutura política e financeira dos candidatos “poderosos”, os nanicos já acumulam 23% das intenções de voto.

          O vice-prefeito de São Luís, Roberto Racha (PSB), que antes navegava tranquilamente com percentuais acima dos 50 pontos, caiu para apenas 28%. Na cola dele, aparece o ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira (PMDB), empatado tecnicamente com 22%.

No meio político, diante da apatia do eleitorado em relação aos dois principais nomes da disputa, há quem acredite que Haroldo e Marcos podem repetir o fenômeno que por muito pouco não elegeu Bira do Pindaré (PT) em 2006.


Naquela eleição, enfrentando o peso dos ex-governadores João Castelo (PSDB) e Epitácio Cafeteira (PTB), o então candidato a senador pelo PT saiu das urnas com surpreendentes 25,58%. Foram 557.035 votos em protesto aos dois nomes apoiados por Jackson Lago (PDT) e Roseana Sarney (PMDB).

O próprio Haroldo Sabóia experimentou este fenômeno em 2002, quando saiu das eleições com quase meio milhão de votos, enfrentando adversários como Roseana Sarney (PMDB), João Alberto (PMDB) e Epitácio Cafeteira (PDT).

O ex-deputado constituinte, no entanto, não soube se manter em evidência. Mas, desta vez, tem a chance de superar o discurso raivoso e despontar como uma boa opção para o eleitorado que deseja a mudança na política. Assim como tem feito Marcos Silva desde o pleito de 2010.

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