domingo, 31 de agosto de 2014

Bacabal - Política ou Comédia? Mais um ficha suja apresenta esposa como candidata


            "Quando o cachorro passa a comer carne, esquece o osso!" Adágio popular bem antigo, que eu hoje comparo com alguns atos de políticos de Bacabal, que insistem em ser político à força, tentando fazer descer garganta abaixo uns candidatos ruinzinhos de engolir, tais que não representam nem a eles mesmos. A questão é que, depois que deixaram de comer osso, ou seja, depois que provaram do poder e dele utilizaram para aumentarem colossalmente seus patrimônios pessoais, algumas figurinhas carimbadas da política local insistem em permanecer no cenário de qualquer jeito, passando por cima de todas as questões morais e da inteligência das pessoas que eles acham que são burras ou idiotas. Não gosto de tratar do efeito causado pelos miseráveis acontecimentos políticos que ocorrem aqui, pois assim, acredito que, quando discutidos, dá-se margem para que eles se estabeleçam como algo merecedor de viabilidade, e viabilidade representativa não vem ao caso aqui, devido a baixíssima possibilidade de competência dos candidatos jogados de qualquer jeito para a apreciação dos eleitores locais. Por esta razão, reafirmo, que não trato aqui do efeito, mas da causa, da formação, da desgraça que virou a nossa política.
              Para ser curto, não tão grosso e objetivo, não tive como não escrever após a decisão de indeferimento definitivo, pelo TSE, da candidatura ridícula de Lisboa, ex-prefeito de Bacabal, a deputado federal e quando o mesmo, tão logo, apresenta sua esposa, Jamile Suzart, como a candidata do grupo, onde a mesma já estava com candidatura registrada à espera justamente desse acontecimento. Desde o início, me pus a pensar: “será que esses caras acham que somos tão idiotas assim?” Será que não conseguem entender que já comeram tanto da “carne pública” que deixaram uma ruína de ossos para o povo? Tento entender a lógica moral disso tudo e não consigo. Onde está a verdadeira intenção de representatividade na política, tal que foi perdida ao longo do tempo, transformando-se nessa zorra que aí está? Será que esse cidadão, nas condições que deixou a prefeitura de Bacabal e sobre a falta de requisitos básicos junto à justiça eleitoral para ser candidato, tem condições mesmo de apresentar para o povo bacabalense algum candidato, ainda mais sua esposa, que com certeza, seria apenas uma torta extensão dos seus próprios planos políticos? As mesmas perguntas valem para Zé Vieira. Quem é Zé Vieira, política e moralmente, para apresentar sua esposa, Patrícia Vieira, como candidata a deputada estadual? Porque temos que aceitar que um ficha suja auto respalde-se no direito de indicar um nome para a política, uma caricatura ou um faz de conta para ser votado pelo povo local e comandado por ele próprio? O que é isso? Onde estamos? A imprensa e a própria justiça eleitoral local deveria colocar essas questões em pauta e levar para discussão das pessoas da cidade e sobre o que tudo isso significa para nosso futuro. Não adianta ficar contabilizando quais dessas candidatas teriam mais voto, qual delas fala pior ou a que menos “rasga” a gramática quando tenta escrever. As discussões sobre a base da política local e como elas são consolidadas, quem são os candidatos e quem os indica é que tem que constar na cabeça das pessoas. Se não ajudarmos a população a pensar melhor sobre estas questões, de nada servirá ficar aqui apenas detonado os acontecimentos e seus efeitos. Os efeitos são como lixo que se joga no chão. Temos que colaborar e facilitar para que as pessoas não tenham o trabalho de juntar o lixo, pois para isso é necessário que discutamos que há lixo por todos os lados e que ele nem mesmo deveria ter sido produzido.
             Meus irmãos, um candidato indicado por um ficha suja é a mais pura imagem do retrocesso político, da tentativa de consciência política, de melhoria da nossa dignidade. Vejo nas redes sociais a quantidade de pessoas revelando a intenção de votar em Marina Silva para Presidenta, segundo a maioria, por um Brasil melhor, pela quebra no sistema que aí está, por uma mudança vista como radical para melhoria das situações das populações do Brasil; mas no entanto votam, regionalmente, em candidatos apontados por antigas e conhecidas figuras da nossa política, pessoas que colaboraram para empobrecer o município e que depois de se acostumarem com a benesses do poder, não querem deixá-lo sair de suas mãos de maneira alguma. Ficha suja indicando candidatos é o mais claro e deplorável exemplo de toda essa imoralidade. Fica aqui a dica. Reflitam.


Cláudio Cavalcante.

3 comentários:

  1. Caro amigo a política virou uma empresa onde todos querem se beneficiar ..... um caso recente que ouve aqui na nossa cidade mudamos o gestor municipal mais nao vi nenhuma mudança bacabal continua da mesma forma sendo administrada por um ladrão então resumindo na minha opinião bebgum politico presta ...... so sao boes antes de chegar no poder estando no poder arranjam tantas Desculpas pra trabalhar pelo bem da população, e dito mais popular na boca deles e de quem apoia eles e que o grstor anterior deixou tudo destruido .... ai deixo uma pergunta , se vc tem um negocio o gerente nao ta administrando vc troca o gerente nao e pra sua empresa deselvolver? E

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  2. Caro amigo a política virou uma empresa onde todos querem se beneficiar ..... um caso recente que ouve aqui na nossa cidade mudamos o gestor municipal mais nao vi nenhuma mudança bacabal continua da mesma forma sendo administrada por um ladrão então resumindo na minha opinião bebgum politico presta ...... so sao boes antes de chegar no poder estando no poder arranjam tantas Desculpas pra trabalhar pelo bem da população, e dito mais popular na boca deles e de quem apoia eles e que o grstor anterior deixou tudo destruido .... ai deixo uma pergunta , se vc tem um negocio o gerente nao ta administrando vc troca o gerente nao e pra sua empresa deselvolver? E

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  3. Uma outra questão muito interessante dentro deste assunto são as infantis tentativas desses candidatos de manifestar algum tipo de capacidade ou merecimento ao cargo público que, necessariamente necessita de pessoas capacitadas para que seja exercido de modo pelo menos razoável. Mas o que temos então? Quadrinhas bajuladoras de campanha que tentam descaradamente (ás vezes me dá vergonha alheia quando ouço) induzir o eleitor a acreditar que aquela criatura fez algo bom por ele e que fará mais. Bem neste ponto... se tivermos em conta que o eleitor padece de tendências masoquistas podemos afirmar seguramente que tais pretensos representantes são promissores e que o Jig Saw de Jogos Mortais parecerá fofo perto do que eles poderão fazer pelo povo nesse sentido.

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